Uma ampla reformulação nos contratos terceirizados do bilionário Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), ligado ao Ministério da Educação, é esperada para os próximos dias.

O fundo, que está sob o comando de um ex-chefe de gabinete de Ciro Nogueira, cacique do Centrão, tem orçamento anual de mais de 50 bilhões de reais. Fontes ouvidas pelo Radar afirmam que a mudança deve levar a uma redução considerável na quantidade de contratados. A atual empresa responsável pelos terceirizados é a Servegel.

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Entre os motivos listados para a reforma estão uma auditoria da Controladoria-Geral da União que questionou a métrica do serviço terceirizado e a pandemia, que mexeu na logística do trabalho, além, claro, da necessidade de atender às indicações políticas.